Conforme definição adotada pela Organização das Nações Unidas – ONU, o segmento juvenil representa uma parcela demográfica situada na faixa etária dos 15 aos 24 anos. Nesse estudo, são considerados jovens os indivíduos com idade entre 16 e 24 anos. O limite de 16 anos refere-se à idade mínima legal estabelecida no Brasil para a participação no mercado de trabalho.
No Brasil, as profundas transformações pelas quais a economia vem passando dificultam a inserção ocupacional da força de trabalho, sobretudo da população jovem. No contexto de um elevado excedente de mão-de-obra, os jovens em idade de trabalhar constituem um dos segmentos mais frágeis na disputa por um posto de trabalho e para quem o problema do desemprego é mais latente.
Nesse sentido, mesmo quando o jovem consegue uma ocupação, verifica-se que esta apresenta características diferenciadas – normalmente é menos regular e mais precarizada.
O problema da inserção ocupacional torna-se mais grave para jovens com determinados atributos pessoais, principalmente, para aqueles oriundos de famílias de menor renda.
Conforme mostram os dados da PED – Pesquisa de Emprego e Desemprego –, realizada pelo DIEESE, Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), Ministério do Trabalho e Emprego/FAT e governos locais, , os jovens enfrentam grandes dificuldades para entrar no mercado de trabalho, principalmente por falta de experiência e qualificação. Quando ocupados, suas inserções variam em função da renda familiar, quanto à possibilidade de freqüentar escola, ao setor de atividade econômica em que trabalham, a forma de inserção, rendimentos, jornada de trabalho e região de domicílio.
Assim, as diretrizes e os programas para a inclusão no mercado de trabalho e a formação profissional dos jovens não podem deixar de levar em consideração as desigualdades de oportunidades segundo a condição familiar deste segmento da população.
Familias de baixa renda, passaram a entender que a nescessidade latente de preparação é imprescindível , o que faz com que exista um esforço maior no investimento na qualificação de seus filhos jovens, que por sua vez, fazem seu papel trazendo informação sobre o assunto a seus pais.
O acesso a essa qualificação, nos dias de hoje, ainda é difícil, financeiramente, mas, aos poucos, as oportunidades vão surgindo, dando condições aos menos favorecidos Prova disso são os cursos livres de capacitação profissional, que vêm apresentando um crecimento constante, o que automaticamente traz a nescessidade de empresas de recursos humanos especializadas em estágios - algumas dessas agências, inclusive, ja possuem parceria com escolas aptas a fornecer essa qualificação, nesse caso com descontos muito atrativos.
Imagens retiradas do Google Imagens

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