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quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Jovens Ocupados


Conforme definição adotada pela Organização das Nações Unidas – ONU, o segmento juvenil representa uma parcela demográfica situada na faixa etária dos 15 aos 24 anos. Nesse estudo, são considerados jovens os indivíduos com idade entre 16 e 24 anos. O limite de 16 anos refere-se à idade mínima legal estabelecida no Brasil para a participação no mercado de trabalho.


No Brasil, as profundas transformações pelas quais a economia vem passando dificultam a inserção ocupacional da força de trabalho, sobretudo da população jovem. No contexto de um elevado excedente de mão-de-obra, os jovens em idade de trabalhar constituem um dos segmentos mais frágeis na disputa por um posto de trabalho e para quem o problema do desemprego é mais latente.
Nesse sentido, mesmo quando o jovem consegue uma ocupação, verifica-se que esta apresenta características diferenciadas – normalmente é menos regular e mais precarizada.

O problema da inserção ocupacional torna-se mais grave para jovens com determinados atributos pessoais, principalmente, para aqueles oriundos de famílias de menor renda.

Conforme mostram os dados da PED – Pesquisa de Emprego e Desemprego –, realizada pelo DIEESE, Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade), Ministério do Trabalho e Emprego/FAT e governos locais, , os jovens enfrentam grandes dificuldades para entrar no mercado de trabalho, principalmente por falta de experiência e qualificação. Quando ocupados, suas inserções variam em função da renda familiar, quanto à possibilidade de freqüentar escola, ao setor de atividade econômica em que trabalham, a forma de inserção, rendimentos, jornada de trabalho e região de domicílio.

Assim, as diretrizes e os programas para a inclusão no mercado de trabalho e a formação profissional dos jovens não podem deixar de levar em consideração as desigualdades de oportunidades segundo a condição familiar deste segmento da população.

Na contramão de algumas estatísticas aparecem os jovens que, apesar de uma condição econômica mais fragilizada, buscam a preparação e a qualificação, tornando menos difícil a inserção aos estágios, legalmente permitidos a partir dos 16 anos. É comprovado que o empenho em ter uma qualificação é premiado com as melhores oportunidades.
Familias de baixa renda, passaram a entender que a nescessidade latente de preparação é imprescindível , o que faz com que exista um esforço maior no investimento na qualificação de seus filhos jovens, que por sua vez, fazem seu papel trazendo informação sobre o assunto a seus pais.

O acesso a essa qualificação, nos dias de hoje, ainda é difícil, financeiramente, mas, aos poucos, as oportunidades vão surgindo, dando condições aos menos favorecidos Prova disso são os cursos livres de capacitação profissional, que vêm apresentando um crecimento constante, o que automaticamente traz a nescessidade de empresas de recursos humanos especializadas em estágios - algumas dessas agências, inclusive, ja possuem parceria com escolas aptas a fornecer essa qualificação, nesse caso com descontos muito atrativos. 

Estamos em um novo tempo, onde as oportunidades existem e, exatamente por isso, a competitividade é muito maior.

Imagens retiradas do Google Imagens

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Jovens: Trabalho, Preparação e Qualificação

A falta de qualificação dos jovens de hoje, aliada a facilidade de acesso a informações mundiais, é principal motivo para que os jovens sejam inseridos na criminalidade.
É fato que, hoje em dia, os jovens estão, em sua maioria, afastados dos valores de responsabilidade e interesse em iniciar a vida profissional. Com o aval governamental, os jovens estão entrando cada vez mais tarde no mercado de trabalho. Com o argumento de que só é permitido o trabalho a partir dos 14 anos (isso através do programa MENOR APRENDIZ, onde o jovem, obrigatoriamente, tem que fazer uma inscrição em fundos de ação social oferecidos pelas prefeituras, aguardar ser chamado, fazer alguns cursos (muito básicos), e mesmo assim, ainda precisam se enquadrar em exigências como baixa renda familiar), ou a partir dos 16 anos (estágios, onde é necessário estar estudando no ensino médio, técnico ou de graduação), os jovens tem tido muito mais tempo livre, tempo esse, gasto na internet, ou em reuniões entre outros jovens, onde as drogas aparecem com certa freqüência e facilidade. Além disso, a busca, futura, por uma oportunidade de ingresso no mercado de trabalho, fica prejudicada, uma vez que inexiste uma preparação, ou qualificação para este jovem. É aí que entram os cursos livres e profissionalizantes. Enquanto os jovens estão impossibilitados, pela lei, de trabalhar, o ideal é que se busque uma qualificação. O melhor é buscar uma qualificação geral, com rotinas administrativas e informática. Muito interessante, também, se existir o conhecimento e até a fluência em um segundo idioma.
O que falta, na verdade, neste sentido, é a consciência dos pais em fazer algo a favor dos filhos agora. Buscar a preparação, a qualificação, para que eles não sofram, mais tarde, na busca do mercado de trabalho. Uma pessoa preparada, qualificada, tem muito mais oportunidade, muito mais chance de conseguir uma melhor colocação, nas melhores empresas. Pouca gente sabe, mas, vagas existem. As empresas têm vários benefícios em oferecer vagas para MENOR APRENDIZ, ou, ESTAGIÁRIOS, começando pelos tributos referentes a essas pessoas, que não são exigidos, uma vez que não possuem vínculo empregatício. Falta à população, saber se beneficiar das possibilidades que se apresentam.


FUTEBOL

Brasileirão 2012
Com 37 rodadas, faltando apenas uma, o Coritiba finalmente pode ficar tranqüilo. Apesar da derrota para o Cruzeiro, fora de casa, o Alvi-verde do Alto da glória, com 45 pontos, não corre mais risco de rebaixamento. Isso por que o Sport, apesar de apresentar um ótimo futebol contra o Fluminense, não passou de um empate, fechando a rodada com 41 pontos. Na próxima rodada, a última desse ano, o Coxa recebe o Figueirense, e já não pode ser alcançado por nenhum dos times que lutam contra o rebaixamento.
O Atlético Paranaense, garantiu seu acesso a série A de 2013. Ao empatar com o Paraná Clube, o Furacão da baixada chegou aos 71 pontos, terminando o campeonato empatado, na pontuação, com  Vitória e São Caetano, ficando em 3º lugar, pelo critério de número de vitórias.
Teremos, portanto, dois representantes paranaenses na elite do futebol brasileiro, em 2013. O Coritiba, ao que tudo indica, trará um time bem competitivo, nivelado, para o brasileiro, com qualidade na frente, no meio e, pode-se dizer, na defesa.  Já o Furacão terá que fazer muitas mudanças e investimentos, para a série A. O grupo que conquistou o acesso é, apenas, razoável. O nível de jogo, na série A, é muito mais exigente, e não permite vacilos, haja vista que, além de Palmeiras – um dos grandes de São Paulo – Ainda teremos Sport, Bahia ou Portuguesa, na lista de rebaixados. Espera-se, de ambos os clubes, investimentos na área do futebol, trazendo alegria para as torcidas, que na verdade, são os motivos da existência dos times.

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

AFINAL, O QUE É UM ESTÁGIO???

                 Vejo muitos comentários a respeito do tema. Na verdade, é comum nos depararmos com confusões a respeito. Normalmente, os estágios são confundidos com período de experiência, emprego, etc... O estágio não é um emprego!!! Ele é um complemento do aprendizado dos cursos de nível MÉDIO, TÉCNICOS OU SUPERIORES, à partir dos 16 anos de idade.regidos pela lei nº11.788 de 25 de Setembro de 2008. Por este motivo, se torna impossível um estágio para quem não esteja estudando.

                 O estágio, na verdade, é a oportunidade para que os estudantes coloquem em prática os conhecimentos adquiridos em sala de aula, de maneira que possam vivenciar, no dia a dia, a teoria, absorvendo melhor os conhecimentos, podendo refletir sobre, e confirmar sua escolha.

                 O estágio curricular, seja ele obrigatório ou não obrigatório, tem a função de propiciar ao estagiário o aprendizado social, profissional e cultural, tendo como resultado uma reflexão real e futurista dos novos cenários sócio-econômicos.

                 ATITUDE, INTERESSE E INICIATIVA, são características prioritárias ante as expectativas do mercado de trabalho quanto ao comportamento do jovem que está iniciando sua carreira. Fundamental, é mostrar, através do convívio no dia a dia, da forma como se esforça por seus objetivos e busca o que almeja, sua predisposição  em aprender, evoluir, se revelando um potencial talento. Além disso, o conhecimento de idiomas, tecnologia, administração, iniciação cinetífica, intercâmbio, trabalhos voluntários, agregam na construção da carreira, demonstrando se tratar de alguém comprometido com o próprio futuro, portanto, meu jovem, MÃOS A OBRA!!!

 Alguns lugares onde vc poderá buscar ajuda para buscar seu estágio em Curitiba, Porto Alegre e Belo Horizonte:

www.estagioscuritiba.com.br

www.estagiospoa.com.br


                 

                 
                
www.estagiosbh.com.br

ESTUDO, LEIS, TRABALHO


            Conversando com um amigo de longa data, iniciou-se a nostalgia. Lembrança dos tempos de escola, dos tempos em que vivíamos nas ruas em frente nossas casas, jogando "búlico", futebol, brincando de esconde-esconde... Tempo em que isso era posssível, sem preocupações, sem medos.
Lembrei do primeiro emprego... Guarda Mirim de Foz do Iguaçu! Nossa, como são as coisas... O que foi castigo, na época, hoje se torna motivo de orgulho. Explico...
        Era, eu, um garoto levado, peralta, impossível mesmo. Filho de pais empresários respeitados na cidade, estudante de colégio particular renomado, mas, completamente levado, "aprontão", como diziam os mais velhos. Tinha por volta de 13 anos. Ocorre que, devido a uma suspensão escolar, claro, por causa de alguma coisa que aprontei (pra ser sincero, nem lembro o que foi), meu pai resolveu me castigar. Mas não adiantaria bater, por de castigo... Isso, ele ja havia feito várias vezes. Foi então que resolveu me mostrar como era a vida, fora das facilidades de nossa casa. Conversou com um amigo, que era coronel da Guarda Mirim de Foz do Iguaçu, um lugar que existia para trazer disciplina para jovens de 12 a 15 anos, colocando esses jovens para trabalhar em super mercados, como "pacoteiros"(empacotador), office-boy, etc... Ficou combinado que eu não teria nenhuma regalia, que seria tratado como qualquer outro. Perfeito!!! Era exatamente o que meu pai queria. Isso, para um garoto acostumado a ter tudo que queria, era um baita castigo. Mas, após um período de "adaptação", em que tive que lavar "bandeco", ajudar na limpeza do refeitório, pintar muros, etc..., as coisas mudaram. Acabei por gostar de trabalhar. Empacotava as mercadorias dos clientes, levava até os carros, até as casas, ganhava uma "gorjetinha", além de ter meu salario. Que maravilha. Assim começou minha vida profissional.
            Bom... Na verdade, toda essa explanação vem abrir o bate papo. Era outra época. Hoje em dia, por exemplo, não vemos mais os jovens trabalhando, antes dos 14 anos. Se sou a favor do trabalho infantil? Sim! Não sou a favor do abuso, da escravidão, do trabalho no lugar do estudo. Mas sou a favor do jovem trabalhando, aprendendo, dando valor real ao dinheirinho que está em suas mãos. O trabalho ajuda no desenvolvimento do jovem. O jovem, quando trabalha, tem contato com as pessoas, perde a timidez, adquiri confiança em sí mesmo, se desenvolve. Hoje, vemos muitos jovens inteligentíssimos em frente seus computadores, em frente seus televisores com vídeo games, que não desenvolvem uma conversa. Não desenvolvem conversa, não por não terem o que conversar, mas por não SABER conversar. Os jovens de hoje são mais contidos, tímidos. Já ouví alguns pais reclamando: "Meu filho só tem assunto com os colegas do colégio, e mesmo assim, por chat, mensagens, etc..." Isso é realidade! Pare para pensar. Quem trabalha, aprende a se comunicar com as pessoas, desenvolve melhor capacidade de aprendizado, inclusive na escola. Aprende a enxergar as alternativas em todos os assuntos, e a questionar as coisas. Aprende a ser humano. 
              Mas, não adianta ficar aqui, apenas criticando. Precisamos achar soluções. E soluções que estejam dentro do permitido, legalmente. 
          Existe uma alternativa, um caminho. Não antes dos 14 anos, mas, à partir daí, tem. Aos que chegaram a esta idade, desde que estejam estudando, existe o programa MENOR APRENDIZ. É um programa governamental, e recebe inscrições dos interessados em participar, nos fundos de ação social das prefeituras. Para aqueles que completaram 16 anos, e que também estejam estudando, existem os estágios, que, para serem legais, precisam de um agente(agências). Ou seja, existem possibilidades, mas é preciso procurar, se interessar.