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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Se beber, não dirija... A não ser que seja depois do futebol...

Tenho visto muitas postagens, nas redes sociais, sobre política, governo, governantes, situação, oposição, e, principalmente, eleições 2012.
Confesso que muitas dessas postagens, me fazem rir. Cada dia que passa, confirmamos o quanto o brasileiro é criativo. São diversas postagens inteligentes e divertidas. Imagens, tirinhas, piadas, montagens, etc... Realmente, muito criativas.

Esta semana, uma, em especial, me chamou a atenção, não por criatividade ou graça, mas pelo questionamento real e verdadeiro. Trata-se de uma postagem originada e intitulada por "Bruto e tosco, se beber, não vote, se votar, beba todas". Trata-se de postagem falando a respeito da liberação de bebidas alcoolicas nos estadios durante a copa.

Bom, falemos, então do assunto...
Sabemos que muito dinheiro foi gasto em campanhas contra a combinação "bebida e volante". A tal lei seca, ainda, não alcançou o sucesso que se esperava, e, ainda se espera, mas, a passos curtos, bem curtinhos, é verdade, a "coisa" parece caminhar para o êxito. Pois bem... Devido ao evento principal, copa do mundo 2014, e todos os eventos secundários, decorrentes do principal, decidiu-se, por exigência da FIFA, órgão que controla a competição, que estará liberada a venda e consumo de bebidas alcoólicas nos estádios, durante os jogos. Eis aí a contramão da concientização. Não bastasse os desmandos financeiros para ocnstrução e/ou reforma de estádios e infraestrutura nas cidades que sediarão os eventos, enquanto não temos estrutura na saúde, educação, segurança, etc, depois de verbas astronomicas destinadas as campanhas da "lei seca", uma entidade esportiva internacional chega para mandar e ordenar, dentro do nosso país, e, como aqui quem fala mais alto é o dinheiro, mais uma vez, vemos nosso governantes jogar no lixo todo o dinheiro gasto na campanha "lei seca".

Na verdade, ja era de se esperar. As poucas campanhas lançadas em relação ao progresso e conscientização popular, acabam por deixar, cada vez mais dinheiro escorrer pelo ralo.

Mas, o que poderíamos esperar de um país cujo a estatal petrolífera, que está entre as maiores do mundo, com produção completamente auto suficiente, mas, não consegue oferecer energia a custos justos, devido a altos índices de juros, dentro de casa?
O que esperar de um governo que corta verbas de saúde e segurança, mas oferece empréstimos, de pai para filho, a um país comunista?
O que esperar de um país que eleje uma presidente que, por puro capricho, assassina as leis ortográficas e a gramática, exigindo ser chamada, erroneamente de "presidenta"?
 Deveríamos concluir que temos, também, "estudantas", "parentas",  etc... O que esperar de um país onde professores - na minha, humilde, opinião, deveriam ser os maiores salários do país - tem um piso salarial em torno de R$700,00, enquanto, presidiários - ladrões, assassinos, estupradores - são merecedores de um "auxílio reclusão" em torno de R$900,00?
O que esperara de um país onde um ex-presidente pressiona e chantageia um ministro do STF?

É... infelizmente, desmandos, parecem ser regras por aqui.

Agora, pelo menos, sabemos que não precisamos gastar dinheiro com estacionamentos nos estádios, pois, como a bebida é liberada, é claro que ninguém vai dirigir depois, né? Afinal, a lei é clara: "Se beber, não dirija".

domingo, 3 de junho de 2012

Os jovens, e a preparação para o futuro


A preocupação com a instrução e formação de jovens no mercado de trabalho anda em voga.
É comum, nos dias de hoje, nos depararmos com programas e projetos, governamentais ou não, que incentivam a preparação de jovens para o futuro. E quando digo jovens, não falo de 17, 18 anos. Me refiro a jovens à partir, já, de 11 anos de idade. A preparação, cada dia mais, tem que começar cedo. Senão, vejamos...
Qual a idade mais indicada para se iniciar o aprendizado de um segundo idioma? Quanto mais “jovem”, o aluno, maior será sua capacidade de aprendizado. O mercado precisa, e, em pouco tempo, exigirá, a fluência de, no mínimo, uma língua além da pátria mãe. Em tempos de globalização, pelo menos a língua universal – inglês – será exigida já, para ontem. . As últimas pesquisas de mercado, mostram que o mundo corporativo tem se mostrado muito inclinado a contratação de profissionais com o inglês fluente, mesmo que sem experiência. A tendência é, que de 8 a 10 anos, o inglês fluente, seja tão exigido, quanto o segundo grau. Portanto, nesta idade, 11 anos, os pais têm a obrigação de oferecer as oportunidades a seus filhos, de uma maneira, ou de outra. E já não cabem mais desculpas como “não posso, não tenho condições, não temos tempo...” Hoje em dia, procurando, os pais podem encontrar oportunidades “imperdíveis” de conseguir bolsas, facilidades de pagamentos, como o Projeto Jovem Aprendiz, onde algumas escolas, particulares, de aprendizado profissionalizante, oferecem bolsas de estudos, com percentual muito atrativo, para alunos, da rede pública de ensino, com bom desempenho estudantil. É claro que nada é fácil, que exige um certo esforço, que pode apertar o orçamento familiar. Mas, o que, hoje em dia, é diferente? Ocorre que vemos esforços de pais em comprar um smartphone, um notebook, um tablet, etc... E quando falamos em educação? Em preparação? Qual é o esforço ao qual os pais estão dispostos?
 O que é preciso entender, é que todas essas coisas materiais, poderão ser conquistadas pelos próprios filhos, desde que estes estejam preparados para o  ingresso no mercado de trabalho.
Algumas áreas, se destacam na nescessidade imediata de aprendizado e preparação. Faz dez anos que a área de TECNOLOGIA lidera a lista dos “empregos do futuro”. Na verdade, tecnologia deixou de ser, simplesmente, um emprego do futuro. Trata-se de uma área do presente, do dia a dia. E, não tem como deixar de lado a importância do conhecimento nesta área, seja profissionalmente, ou até mesmo pessoalmente.
Outra realidade, atual, no mercado corporativo, é a preferência por profissionais de nível técnico, em relação a profissionais recentemente formados. E essa realidade, facilita a vida dos candidatos que, podem ingressar no mundo universitário, um tanto quanto custoso, em um momento em que estiverem com uma certa tranquilidade financeira. Sem falar que, muitas empresas investem em seus funcionários, subsidiando os estudos, após o período de experiência.
Sendo assim, só falta a iniciativa dos pais, de investir no futuro de seus rebentos.