A RAINHA ESTÁ MORTAVergonha na Cara está morta. Era ex-Rainha de Moral, um Reino bem distante de nossa Terra Brazilis, e desconhecido para o nosso povo. Herdou o trono quando seus pais - Decência e Coragem - morreram lutando contra Improbidade, o tirano de Peculato, um reino inimigo de Moral.
Antes de sucumbirem pela espada de Improbidade, Decência e Coragem prometeram
que assim que a paz fosse restabelecida, passariam o cetro para filha mais velha, Lucidez, para que essa governasse Moral. Mas isso infelizmente não foi possível. Num ato de traição cometido pelos conselheiros do reino, Lucidez foi covardemente envenenada, e agonizou por longo período, enquanto seu corpo fraco se deteriorava no catre. Vergonha na Cara, ainda jovem, assumiu o trono em seu lugar.
Perseguida por aqueles que amavam e defendiam Improbidade, Vergonha na Cara foi condenada a vagar pelo mundo, e se exilar em lugares que a acolhessem e a protegessem. Muitas foram as tentativas de eliminá-la, mas a rainha cresceu em lugares onde realmente as tropas e salteadores, que unidos ao rei, ainda não tinham alcançado. Lugares estes, que eram isentos e protegidos pelo Reino da Inteligência.
Pelo que se soube, Vergonha na Cara esteve no Brasil em três ocasiões: Na abolição da escravatura, em 31 de março de 1964, e sua penúltima estada foi durante o Impeachment de Fernando Collor. Sim, o povo teve Vergonha na Cara ao seu lado nessas três ocasiões.
Decência, sua mãe, nunca esteve aqui. Disse que jamais visitaria países que ficassem longe de Moral, ou que nos momentos de dificuldade não tivessem ajudado a criar Vergonha na Cara. Coragem, seu pai, até tentou vir algumas vezes para selar relações diplomáticas com nosso povo. Mas foram tentativas frustradas, pois sabidamente era uma missão impossível reunir o povo brasileiro com Coragem. Não haveria como Coragem estar em meio a um povo sempre ocupado com novelas, jogos de futebol, praia ou brincando o carnaval. E Coragem não veio.
Em seus últimos tempos, Vergonha na Cara quis voltar ao Brasil. Seu desejo era fazer seguidores em nosso povo, e criar focos de resistência para as ações malignas de Improbidade. Pouco tempo decepcionou-se... Chegando aqui, encontrou um cenário devastador, causado por Improbidade, que por sua vez plantou em nosso país sua mais fiel embaixatriz: A Impunidade. E tudo isso apoiado por um povo que defendia essa aliança com unhas e dentes, por estar eufórico, alucinado e iludido com os falsos benefícios sociais que recebia.
Tamanha foi a decepção, que Vergonha na Cara adoeceu, perdeu as forças e morreu em nosso solo, e bem diante do brasileiro, que por cegueira, desperdiçou a última oportunidade de tê-la, e com ela aprender alguma coisa.
Se nunca tivemos Coragem, Decência e Lucidez entre nós, pelo menos Vergonha na Cara teríamos que ter para resgatar algum vínculo com Moral e não deixar que Improbidade se criasse em nosso meio. Mas o povo preferiu o Carnaval.
Perseguida por aqueles que amavam e defendiam Improbidade, Vergonha na Cara foi condenada a vagar pelo mundo, e se exilar em lugares que a acolhessem e a protegessem. Muitas foram as tentativas de eliminá-la, mas a rainha cresceu em lugares onde realmente as tropas e salteadores, que unidos ao rei, ainda não tinham alcançado. Lugares estes, que eram isentos e protegidos pelo Reino da Inteligência.
Pelo que se soube, Vergonha na Cara esteve no Brasil em três ocasiões: Na abolição da escravatura, em 31 de março de 1964, e sua penúltima estada foi durante o Impeachment de Fernando Collor. Sim, o povo teve Vergonha na Cara ao seu lado nessas três ocasiões.
Decência, sua mãe, nunca esteve aqui. Disse que jamais visitaria países que ficassem longe de Moral, ou que nos momentos de dificuldade não tivessem ajudado a criar Vergonha na Cara. Coragem, seu pai, até tentou vir algumas vezes para selar relações diplomáticas com nosso povo. Mas foram tentativas frustradas, pois sabidamente era uma missão impossível reunir o povo brasileiro com Coragem. Não haveria como Coragem estar em meio a um povo sempre ocupado com novelas, jogos de futebol, praia ou brincando o carnaval. E Coragem não veio.
Em seus últimos tempos, Vergonha na Cara quis voltar ao Brasil. Seu desejo era fazer seguidores em nosso povo, e criar focos de resistência para as ações malignas de Improbidade. Pouco tempo decepcionou-se... Chegando aqui, encontrou um cenário devastador, causado por Improbidade, que por sua vez plantou em nosso país sua mais fiel embaixatriz: A Impunidade. E tudo isso apoiado por um povo que defendia essa aliança com unhas e dentes, por estar eufórico, alucinado e iludido com os falsos benefícios sociais que recebia.
Tamanha foi a decepção, que Vergonha na Cara adoeceu, perdeu as forças e morreu em nosso solo, e bem diante do brasileiro, que por cegueira, desperdiçou a última oportunidade de tê-la, e com ela aprender alguma coisa.
Se nunca tivemos Coragem, Decência e Lucidez entre nós, pelo menos Vergonha na Cara teríamos que ter para resgatar algum vínculo com Moral e não deixar que Improbidade se criasse em nosso meio. Mas o povo preferiu o Carnaval.
Crônica de autoria de Marcelo Rates Quaranta
(
http://www.facebook.com/marcelorquaranta), amigo a quem agradeço muito a colaboração e autorização.


EM VERDADE EM VERDADE EU DIGO...1ºNÃO TENHO A MINIMA PRETENÇÃO DE SER O DONO DA VERDADE...MAS, ESSE É UM PAIS Q APESAR DOS PESARES MELHOROU MUITO... SE RETORNARMOS AOS ANOS 70, QUE VEREMOS Q DE UMA FORMA OU OUTRA ESSA FALTA DE VERGONHA NA CARA TB EXISTIA...E PIOR...99% NÃO SE TINHA CONHECIMENTO. HOJE FICAMOS EMBASBACADOS... MAS TEMOS VOZ, PEQUENA...MAS ESTA CRESCENDO... E A VERGONHA NA CARA SENDO MOSTRADA.
ResponderExcluirABRAÇOS.