A preocupação com a instrução e formação de jovens no
mercado de trabalho anda em voga.
É comum, nos dias de hoje, nos depararmos com programas e
projetos, governamentais ou não, que incentivam a preparação de jovens para o
futuro. E quando digo jovens, não falo de 17, 18 anos. Me refiro a jovens à
partir, já, de 11 anos de idade. A preparação, cada dia mais, tem que começar
cedo. Senão, vejamos...
Qual a idade mais indicada para se iniciar o aprendizado de
um segundo idioma? Quanto mais “jovem”, o aluno, maior será sua capacidade de
aprendizado. O mercado precisa, e, em pouco tempo, exigirá, a fluência de, no
mínimo, uma língua além da pátria mãe. Em tempos de globalização, pelo menos a
língua universal – inglês – será exigida já, para ontem. . As últimas pesquisas
de mercado, mostram que o mundo corporativo tem se mostrado muito inclinado a
contratação de profissionais com o inglês fluente, mesmo que sem experiência. A
tendência é, que de 8 a 10 anos, o inglês fluente, seja tão exigido, quanto o
segundo grau. Portanto, nesta idade, 11 anos, os pais têm a obrigação de
oferecer as oportunidades a seus filhos, de uma maneira, ou de outra. E já não
cabem mais desculpas como “não posso, não tenho condições, não temos tempo...”
Hoje em dia, procurando, os pais podem encontrar oportunidades “imperdíveis” de
conseguir bolsas, facilidades de pagamentos, como o Projeto Jovem Aprendiz, onde algumas escolas, particulares, de aprendizado profissionalizante, oferecem bolsas de estudos, com percentual muito atrativo, para alunos, da rede pública de ensino, com bom desempenho estudantil. É claro que nada é fácil, que
exige um certo esforço, que pode apertar o orçamento familiar. Mas, o que, hoje
em dia, é diferente? Ocorre que vemos esforços de pais em comprar um smartphone,
um notebook, um tablet, etc... E quando falamos em educação? Em preparação?
Qual é o esforço ao qual os pais estão dispostos?
O que é preciso
entender, é que todas essas coisas materiais, poderão ser conquistadas pelos
próprios filhos, desde que estes estejam preparados para o ingresso no mercado de trabalho.
Algumas áreas, se destacam na nescessidade imediata de
aprendizado e preparação. Faz dez anos que a área de TECNOLOGIA lidera a lista
dos “empregos do futuro”. Na verdade, tecnologia deixou de ser, simplesmente,
um emprego do futuro. Trata-se de uma área do presente, do dia a dia. E, não
tem como deixar de lado a importância do conhecimento nesta área, seja
profissionalmente, ou até mesmo pessoalmente.
Outra realidade, atual, no mercado corporativo, é a
preferência por profissionais de nível técnico, em relação a profissionais
recentemente formados. E essa realidade, facilita a vida dos candidatos que,
podem ingressar no mundo universitário, um tanto quanto custoso, em um momento
em que estiverem com uma certa tranquilidade financeira. Sem falar que, muitas empresas investem em seus funcionários, subsidiando os estudos, após o período de experiência.
Sendo assim, só falta a iniciativa dos pais, de investir no futuro de seus rebentos.
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